Vazia, sorria pra conhecidos estranhos, estranhando a felicidade alheia em meio a tanta miséria financeira e moral.
Por isso, em prece pedia num´Ave Maria que, em algum canto, meu canto, no entanto, se juntasse ao teu encanto.
Enquanto o sol nascia e, mais tarde, se deitava.
Enquanto eu fazia frio e, lá fora, calor.
Enquanto eu dormia, mas nunca sonhava
discutindo, dentro do peito, sobre a verdade ou mentira do amor.
Nessa vida ou em outra.
Se isso existe?
Sei não.
Sempre achei uma vida só suficiente, mas a gente se sente como quem 'inda nem passou da introdução.
Tão perto, tão longe. Tão distante do real.
Mas o que é realidade, se, antes de você, só tinha metade e eu só pensava num final?
Será que agora é tarde e a distância determina o querer do meu bem (ou mal) querer?
Quando minha loucura, grudada na tua loucura, se torna perfeição... não há de se esquecer ou continuar, sem você, nessa minha inteligente solidão.
devaneios de um "texto bastardo", tadinho.
Postado por
Bruna Marlière.
on quinta-feira, 5 de novembro de 2009
1 comentários:
Não m canso de ler este texto. Está muito bom, oque não é novidade. Uma menina-mulher que escreve como ninguém e encanta com o som das palavras
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