devaneios de um "texto bastardo", tadinho.

Vazia, sorria pra conhecidos estranhos, estranhando a felicidade alheia em meio a tanta miséria financeira e moral.
Por isso, em prece pedia num´Ave Maria que, em algum canto, meu canto, no entanto, se juntasse ao teu encanto.

Enquanto o sol nascia e, mais tarde, se deitava.
Enquanto eu fazia frio e, lá fora, calor.
Enquanto eu dormia, mas nunca sonhava
discutindo, dentro do peito, sobre a verdade ou mentira do amor.

Nessa vida ou em outra.
Se isso existe?
Sei não.

Sempre achei uma vida só suficiente, mas a gente se sente como quem 'inda nem passou da introdução.

Tão perto, tão longe. Tão distante do real.
Mas o que é realidade, se, antes de você, só tinha metade e eu só pensava num final?

Será que agora é tarde e a distância determina o querer do meu bem (ou mal) querer?

Quando minha loucura, grudada na tua loucura, se torna perfeição... não há de se esquecer ou continuar, sem você, nessa minha inteligente solidão.

1 comentários:

Thiago Cardoso disse...

Não m canso de ler este texto. Está muito bom, oque não é novidade. Uma menina-mulher que escreve como ninguém e encanta com o som das palavras